E o presente de Dia das Mães? | Inspire e Expresse Especial

flor flowers felt diy tutorial

Essa data presente todos os anos no nosso calendário, vale uma comemoração super especial, não vale? Pode ser um almoço, um super presente ou até, fazer artesanato com ela por uma tarde e independente do seu presente, o amor é que fala mais alto. Para te ajudar nas opções, garimpei algumas ideias para quem ainda não sabe o que vai dar de presente.

Acessórios para Ela
Todo mundo gosta de ganhar presentes diferentes e que facilitem o cotidiano, que tal apostar em peças mais descoladas e cheias de estilo para sua Mãe. 1. Porta jóias de flores; 2. Bolsa de palha com pompom; 3. Kit escritório decoupagem; 4. Caixa passarinhos lilás; 5. Necessaire de tecido.

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Técnicas diferentes
Você sabe que eu adoro quando os materiais que geralmente são usados em uma técnica, aparecem em outra com aplicações super diferentes. Por isso, encontrei alguns exemplos para você dar um toque todo especial no presente, pode ser como cartão, para enfeitar o laço ou até mesmo um acessório diferente.
6. Flores de zíper; 7. Passarinhos de lã; 8. Cartão de Flores; 9. Flores de feltro; 10. Mini vaso quilling.

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Para quem gosta de bordado no papel, fica aqui a minha última sugestão que encontrei no Blog Destination Decoration e se você quiser conferir mais é só clicar aqui.

cartão coração bordado 2
Espero que você tenha curtido as inspirações dessa semana e que sua Mãe goste do presente que você vai fazer para ela. Se tiver alguma outra sugestão de conteúdo, é só comentar aqui ou enviar uma mensagem através das redes sociais. Boa semana!

 

 

Artesanato Brasileiro Região Centro-Oeste | Inspire e Expresse Especial

Olá! Vou continuar a nossa série especial sobre o artesanato brasileiro e essa semana, nossa viagem vai descendo o mapa chegando na região centro-oeste. Vou te mostrar um pouco do que encontrei na minha pesquisa, tenho certeza que você vai se encantar! Nessa região as influências dos colonizadores e indígenas, os estados da região são Distrito Federal, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Capim Colonião
Muitos afirmam que esse capim chegou com navios vindos da África, a palha era usada como enchimento dos colchões dos escravos e como se adapta bem a climas tropicais, tomou conta de diversas regiões do país mas é na região centro-oeste que ele chama atenção, o jeito diferente de trançar a palha cria tramas que chamam atenção. O mestre João da Fibra, passa seu conhecimento para frente e incentiva as mulheres de Chapadinha que fica a 50km da Capital Federal a trabalharem com artesanato. Vale lembrar que na maioria dos casos, essas mulheres chegaram do Nordeste na esperança de encontrar uma vida melhor no cerrado.

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João da Fibra | Foto: Jornal Correio Braziliense

Um dos artesãos mais famosos do país trabalha desde os 13 anos com artesanato e tem um domínio fora do comum com sua matéria-prima, segundo ele:
“Sempre tive medo de morrer e não deixar o meu legado. Para que isso não aconteça, é preciso ensinar as pessoas. A ideia de colocar isso para a frente existe para manter essa história. Sou um discípulo e quero deixar novos discípulos.”

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João da Fibra deu aulas na Associação das Donas de Casa de Chapadinha e Circunvizinhanças passando seu conhecimento para as mulheres da região que terão o artesanato como fonte de renda. Outro exemplo que encontrei de uma bolsa feita com essa técnica:

Cerâmica
Essa é umas das técnicas que podemos chamar de Brasil, ela está presente em muitos estados e em Goiás não ia ser diferente, na cidade de Pirenópolis a artesã Cristina Galeão utiliza a matéria-prima da região que é muito rica em minério para confeccionar utilitários de cerâmica. Para conferir mais do Ateliê Adobe, é só clicar aqui.

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Bio jóias
Outro destaque dessa região é a bio jóia, que como o nome diz os recursos naturais são inseridos nas peças criadas por artesãos. Desde sementes, galhos, fibras e por último as folhas do cerrado são transformadas em acessórios que são a cara do Brasil. Abaixo alguns exemplos da Filigrana no Cerrado, para conferir mais clique aqui.

Pantanal 

Segundo o site Turismo.MS.Gov:
“Uma das principais manifestações culturais da região é representada pelo artesanato feito da reciclagem do osso bovino, couro e restos de madeira, que busca alternativas produtivas, focadas na preservação ambiental e na criação de fonte de renda sustentável para a população mais carente da região. Outra manifestação bem forte na região é a cerâmica confeccionada pelos índios Kadiwéu, conhecida internacionalmente como Cerâmica Kadiwéu. Produzem objetos utilitários e decorativos: potes, panelas, jarros, moringas, placas e animais. Nos utensílios usados para cozer alimentos não é prática aplicar decoração.”

Viola de cocho
Para encerrar o post da região centro-oeste resolvi te contar um pouco mais sobre esse instrumento que é muito tradicional em Mato Grosso, ele é uma das estrelas que compõem as danças cururu e siriri tipicas da região, estou falando da Viola de Cocho.

Considerado patrimônio imaterial do Brasil, o instrumento é feito de maneira artesanal, segundo o site do Centro de Cultura Popular e Folclore Brasileiro:

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Foto: Thiago Monteiro

“Com um molde risca-se a madeira na qual será escavada a caixa de ressonância. Uma vez entalhado o corpo do instrumento, é colado o tampo e, em seguida, são afixados o cavalete, o espelho, as cravelhas e o rastilho para que, então, sejam colocados os trastes e as cordas.”

Para fazer as violas são usadas as madeiras ribeirinhas, o Sarã Dágua e Sarã de Leite são as principais, o trabalho depois de entalhado as violas que possuem 5 cordas, são afinadas de duas formas diferentes:

Canotio solto: de baixo para cima, , , mi,, sol
Canotio preso: de baixo para cima,  ,, mi,, sol.

 

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Foto: Thiago Monteiro.

Para você que gostou de saber mais sobre a Região Centro – Oeste, listei abaixo as principais matérias-primas e técnicas de cada estado. Tenho certeza que vale a viagem e conhecer um pouco mais do Artesanato Brasileiro.

Brasilia – Peças decorativas, flores e acessórios de moda produzidos com fibras de capim colonial, buriti, flores e sementes diversas.
Goiás – Peças decorativas e acessórios variados produzidos com recursos do Cerrado, como argila, pedra, madeira, couro, fibras, raízes, folhas, sementes, frutos e flores.
Mato Grosso do Sul –  Artesanato em cerâmica, cestaria, argila, pedra, arenito, osso e chifre de gado, palha, madeira, fio de buriti, caraguatá, granito, carandá, bambu, couro e baguaçu.
Mato Grosso – Artesanato em cerâmica e viola de cocho.

O próximo post desembarca na Região Sudeste, será o penúltimo post da Série Especial e já começa bater uma saudade, agora tenho que fazer esse roteiro “ao vivo”, já pensou? e m dia fizer, vou registrar e mostrar tudo para você!

Os links que usei para escrever esse post: A Casa; Artes do Brasil; Correio Braziliense; CNFCP; Cultura MT.GOV; Planejamento.GOV; Brasil.GOV; Secretária do Desenvolvimento de Goiás.

 

Artesanato Brasileiro Região Nordeste| Inspire e Expresse Especial

Região Nordeste

Continuando a nossa série especial de posts sobre o Artesanato Brasileiro, essa semana vamos conhecer um pouco mais sobre a Região Nordeste que é muito famosa pela renda de bilro mas não podemos deixar de conhecer as outras técnicas populares que são feitas por lá.

Essa região que além de rica em paisagens paradisíacas, é muito rica também em diversidade em técnicas artesanais. Vale lembrar que esse estados tem muita matéria prima e hoje vivemos um momento que os recursos naturais tão sendo aproveitados de diversas maneiras e não só como antes.

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Foto: Jonathan Lins/Portal G1

Um exemplo é a renda do grupo “Mulheres de Fibra” da zona rural de Maragogi que utilizam a fibra de bananeira para o bordado filé. O mais interessante é que elas reutilizam o tronco da bananeira que geralmente é descartado e isso deu uma nova leitura da técnica. Olha que bonito o efeito que dá:

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Além do bordado, separei algumas outras peças feitas pelo grupo. Lindas, né?

O bordado filé mas agora em sua formação “original”, é feito com linhas (e independente da cor escolhida, o resultado é incrível) e a técnica que pode ser encontrada em Portugal ou Itália, ganhou o coração das Artesãs Brasileiras. Falando em bordado filé, pesquisei mais sobre ele e encontrei no Site Instituto do Bordado Filé um pouco de sua história.

“O nome filé vem do francês “filet”que quer dizer rede e, de fato, é um bordado sobre uma rede de fios. Fios sobre fios que envolvem processos complexidade de execução e muito aperfeiçoamento através desse longo tempo histórico de repasses entre gerações, povos e países. Mesmo tendo quem vincule sua origem ao antigo Egito, sua procedência esteve ligada a certas áreas da península ibérica, nesses últimos séculos, sendo encontrado em localidades de Portugal (como Minho) e da Itália (como Pistoia), em seguida aportando no Brasil colonial onde, possivelmente, esteve incluso na educação reformadora das escolas cristãs católicas que ensinavam prendas às mulheres. Como no caso de sua ocorrência na península ibérica, por aqui se estabeleceria na vida das comunidades de pesca lagunares e costeiras de Alagoas.”

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Foto: Filé do Pontal da Barra

Algumas aplicações em peças para você se encantar ainda mais com a técnica…

Palha de Piaçava
Uma outra matéria-prima tradicionalmente brasileira, a palha ganha versões em sua cor natural ou coloridas que carregam a essência do nosso Brasil. De origem centenária, os índios tupinambás colhiam a palha para confeccionar peças a serem usadas no cotidiano.

Atualmente a técnica continua sendo passada, a única diferença que o processo de colorir a palha mudou para se obter novas cores porém a técnica de confecção continua a mesma. Essas peças são exemplo da Vila de Santo Antônio que fica entre a Costa do Sauipe e Imbassi lá na Bahia, para conferir mais é só clicar aqui.

Cidade do azulejos
Esse é um dos apelidos de São Luiz, capital do Maranhão que tem por característica as fachadas bem coloridas por azulejos. Tudo isso por conta da condição climática, quando a cidade foi construída o revestimento foi escolhido pois era mais resistente as chuvas do inverno e ao calor do verão, é como um isolante térmico. Interessante!

 

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Foto: Márcio Vasconcelos | Site Revista Viaje Aqui

Renda de Bilro
Com certeza uma das estrelas do Artesanato Brasileiro (se não for a mais famosa), a renda de bilro encanta a todos desde o começo do processo de fabricação. Vamos dizer que é um show a parte assistir uma Mulher Rendeira fazendo uma peça, não é? Bilro é o nome das hastes de madeira que trabalhadas em pares ajudam na confecção, em sua parte mais alongada é enrolada a linha de algodão e o movimento continuo e alternado da Rendeira vai formando a renda.

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Foto: Ruraela

Reparou que sempre tem um papel abaixo do trabalho? Esse é o pique, que consiste em um gráfico feito em um papelão para você seguir o desenho, para torna-lo um gabarito e utiliza-lo mais de uma vez, você fura ele todinho com os alfinetes.

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Foto: Pinterest

Areias coloridas
Se você gosta de peças coloridas, tenho certeza que já viu e ouviu falar sobre as areias coloridas que são bem famosas no Ceará e no Rio Grande do Norte, já foram encontradas 25 variedades de argilas e areias. Já pensou quantas peças é possível criar com essa enorme variedade? Por conta disso, o artesanato é super forte na região:

Foto: Blog Coisas do Mundo
Foto: Blog Coisas do Mundo

areias coloridasFoto: Ronaldo Giusti

Cerâmica
Podemos dizer que essa técnica retrata o muito bem o cotidiano da Região Nordeste, a cerâmica que geralmente é utilizada para fazer utensílios como panelas e jarros, quando aplicadas para esculturas  ganha uma nova leitura. Conheci através da internet o trabalho da Dona Irinéia, que em 2005 foi reconhecida como Patrimônio Vivo de Alagoas e mantém a sua rotina com o barro, ela é mãe de onze filhos e mora no Povoado de Múquem.

Irinéia Rosa Nunes da Silva, Dona Irinéia, 66 anos, mestra do patrimônio vivo alagoano, produz peças de artesanato no povoado quilombola Muquém utilizando o barro para desenhar peças de cerâmica no município de União dos Palmares, zona da mata alagoana

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Fotos: Site Turismo de Alagoas

Suas peças já foram expostas na Expo Milão e nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, é comum encontra-las em alguma exposição. A cerâmica também é muito encontrada nas lembrancinhas que trazemos de viagem, em uma versão mais colorida é comum ver temas do Sertão Nordestino.

Foto: Máscara Artesã Cicera Fonseca da Silva
Foto: Máscara Artesã Cicera Fonseca da Silva

Trançado e cestaria
Não poderia deixar de te mostrar as peças confeccionadas com folhas da Carnaúba, o processo começa na retirada da folha, depois de secas, elas são tingidas para dar esse efeito colorido.

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Foto: Blog Donde ando por aí

 

Foto: Site Artesanato Sustentável
Foto: Site Artesanato Sustentável

Xilografia
Que significa “gravar em madeira” e ai, a gravura que forma é chamada de xilogravura, imprime um pouco do cotidiano da região através da madeira entalhada. Técnica chegou aqui com os portugueses e é popularmente conhecida pela Literatura do Cordel.

J. Borges em seu ateli de xilogravura no Memorial J. Borges em Bezerros, PernambucoJ. Borges em seu ateli de xilogravura no Memorial J. Borges em Bezerros, Pernambuco
Atualmente um dos maiores nomes do Cordel é o J. Borges, ele foi agricultor e pedreiro, e só com 29 anos resolveu escrever seu próprio cordel e seguir com a xilogravura. No anexo ao lado de sua casa, trabalha no ateliê onde também funciona o Museu da Xilogravura. Mais sobre a história dele você confere clicando aqui.

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A região nordeste é muito rica em história, cultura e claro, artesanato. A cada post novo, só tenho vontade de viajar e conhecer cada estado, já pensou que legal? Enquanto isso, viajo pela internet e te mostro por aqui, o que o nosso país faz de mais bonito. Abaixo segue um pouco mais de cada estado:

 

Alagoas – Artesanato da madeira da Ilha do Ferro, bordados em tecido, fibra e palha | filé à base de fibra de bananeira)
Bahia -Artesanato confeccionado com palha do coco, açaí e piaçava.
Ceará – Renda de bilro, areia colorida, cipó, cerâmica e bordado.
Maranhão –  Azulejaria, fibra de buriti e cerâmica.
Paraíba – Trançado, cerâmica, couro, madeira, tecelagem, renda | cerâmica, tecelagem, renda renascença, chita e couro.
Pernambuco – Madeira, tecido, material reciclado, bijuterias em prata | cerâmica figurativa, madeira, cestaria e trançados, bordados e palha de bananeira.
Piauí – rendeiras do Morro da Mariana e cerâmica.
Rio Grande do Norte –  cultura do mar, areia colorida, trabalhos em palha de coqueiro, bordados, labirintos, pinturas rupestres em cerâmica.
Sergipe – Renda irlandesa, cestaria, cerâmica e artesanato em madeira.

Semana que vem tem mais, agora a nossa viagem segue pela região centro-oeste. Até o próximo post!

O links que me ajudaram nesse post:
Site Inbordal; Portal G1; Site Tribuna do Sertão; Portal Prefeitura de Maceió; Blog Praia de Santo Antonio Bahia; Site Revista Viagem – Ed. Abril; Azulejaria Jupiaçu; Nerds Viajantes; Site Ruraela; Site Issuu Projeto me ensina fazer renda; Pinterest renda de bilro; Blog Coisas do Mundo; Blog Vento do Nordeste; ABIH; Turismo Alagoas; Galeria Brasiliana; Artesanato Sustentável; Donde Ando por aí; Arte na escola; Info escola; Turismo Sergipano.

Arraial no Lista #3

Essa semana estamos no clima das festas juninas separei esse três PAPs no clima dessas festas! A dica é aproveitar os materiais mais rústicos que remetem interior, fazenda e elementos da natureza. Agora chega de conversa e vamos botar a mão na massa!

Porta velas com gravetos
Não tem espaço para fogueira? Aproveita os gravetinhos do jardim, separe suas velas e copinhos para fazer essa peça. Vai dar um charme na mesa e é muito simples de fazer, ideal para quem não tem muito tempo e precisa de uma solução rápida. Vi ele lá no Blog Bay Side Bride.

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Bandeirinhas
Outra decoração bem típica dessa época são as bandeirinhas para enfeitar o salão. Pode ser de papel, tecido, costuradas ou coladas. Separei algumas imagens para você se inspirar e um breve passo a passo.

Quem quiser fazer, aproveite esse molde do Blog da Tuty que foi o melhor que encontrei e você baixa clicando aqui. 😉

Para fazer suas bandeirolas você vai precisar de:
* Molde
* Tecido ou Papel
* Tesoura
* Barbante ou fio de sua preferência para fazer a base
* Cola branca ou Cola para tecido

Passo a passo: corte as bandeirinhas com o molde, você pode fazer com papel ou tecido, dependendo da sua necessidade. DICA: se você fizer em tecido, pode aproveita-las no ano que vem, elas serão mais resistentes. Depois de tudo cortado, comece a enfileirar em cima do seu barbante deixando um espaço entre 5 a 10cm entre elas, o ideal é deixar um espaço de 1cm na parte superior de sua bandeirinha. Nesse espaço você passa a cola, dobra e sua bandeira já está aplicada. Agora repita com todas as outras, deixe secar bem e pendure.

 

Chapéu de palha customizado
Agora se você quiser arrasar na festa, você pode customizar o seu chapéu de palha e uma das formas mais criativas que encontrei esse ano foi aplicação de tecido ou com papel de decoupagem.

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Esse exemplo vi no Blog Cathie and Steve e ele é todo aplicado com tecido, você recorta a sua estampa favorita e aplica com cola.

Não ficou lindo? Eu curti! Outra sugestão é com o papel para decoupagem, o processo é o mesmo mas você tem usar a cola também para essa técnica, ok? E independente do material, sempre finalize com uma camada de cola para fixar bem e depois aplique os detalhes.

E ai, curtiu? Tudo pronto para o arraial? Beijo e até o próximo!